quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Piauiense é assassinado no Pará e polícia prende filho suspeito do crime

O jovem Henrique Buchinger Alves, filho do piauiense Luís Alves Pereira e Irma Buchinger Alves, foi preso na última terça-feira (19) suspeito de participação no homicídio do casal e de seu irmão mais velho, Ambrosio Buchinger Neto. Os três foram mortos no último dia 6, asfixiados dentro de casa, em Altamira, no Pará. Henrique foi preso durante a Operação Iscariotes, deflagrada para prender os suspeitos do triplo homicídio. 
Além de Henrique, foram presos Matheus de Oliveira Costa e Francisco Denis Leite, no bairro São Joaquim em Altamira; Aguinaldo Soares, de apelido "Andrade", preso no bairro Bom Remédio em Itaituba, e Henrique Buchinger Alves, filho do casal, preso em Goiânia, capital de Goiás.
As prisões resultaram do cumprimento de mandados de prisão temporária de até 30 dias decretados pela Justiça de Altamira em decorrência de representação do delegado Vinícius Dias, responsável pelo inquérito policial instaurado para apurar o triplo homicídio. De acordo com a polícia civil, a operação denominada Iscariotes foi deflagrada quando as equipes policiais seguiram aos endereços dos acusados, de forma simultânea, a partir das 6 horas.
Todos os presos são suspeitos de envolvimento direto nas mortes das vítimas registradas na madrugada do dia 6, no interior da casa da família, localizada na rua Anchieta, bairro Sudam I, em Altamira.
A polícia não disse ainda o que teria motivado o triplo homicídio. O que se sabe, por enquanto, são apenas boatos: interesse em dinheiro de uma boa herança e problemas pessoais são os mais citados por moradores da cidade. Os quatro suspeitos permanecerão recolhidos no presídio regional em Altamira à disposição da Justiça, até que as investigações sobre a motivação e as circunstâncias do crime sejam aprofundadas, e poderão ter suas prisões preventivas solicitadas de acordo com o resultado do que for apurado.
Os quatro deverão permanecer recolhidos no presídio regional de Altamira à disposição da Justiça, de forma temporária, até que as investigações sejam aprofundadas e poderão ter suas prisões preventivas solicitadas ao Poder Judiciário. A motivação e as circunstâncias do crime ainda estão sendo investigadas.
Redação
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