domingo, 7 de fevereiro de 2016

Igreja do Monserrathe em Parnaíba é invadida por ladrões armados

A igreja de Nossa senhora do Monserrathe, localizada na Rua Duque de Caxias, centro de Parnaíba, foi alvo de uma ação criminosa na madrugada deste sábado (06/02), onde a grande foi danificada por bandidos fortemente armados.
Segundo o Reginaldo Júnior, presidente do Instituto Histórico Geográfico e Genealógico de Parnaíba (IHGGP), disse que quatro homens chegaram por volta das 02h e danificaram a grade de madeira com uma arma, provavelmente, uma escopeta.
Com o barulho uma vizinha acendeu a luz e foi ver o que estava acontecendo. Quando os criminosos perceberam que a ação foi descoberta, fugiram as pressas levando somente o dinheiro do cofre. “Eles queriam a imagem avaliada em mais de dez mil reais”, observou Reginaldo.
O peso da imagem e o flagrante da vizinha afugentam os ladrões. A igreja está relacionada com a Fundação da Villa Nova de Parnaiba, em 11 de junho de 1711. Em seguida, os policiais militares da Força Tática chegaram ao local. Quanto aos acusados ninguém foi identificado.

Reginaldo Júnior solicitou para que as pessoas façam sua colaboração para que possa ser colocada uma grande de ferro na igreja, que é um dos patrimônios mais antigos da cidade. Quem tem interesse em colaborar pode ligar para o número (86) 99420 3920 para fazer sua contribuição.
História da igreja
‘Um fato curioso na história da mais bela cidade do litoral piauiense é da primeira padroeira de Parnaíba (PI), Nossa Senhora do Mont Serrat. Em 1711, com a ajuda do coronel Pedro Barbosa Leal e outros moradores da região, João Paulo Diniz construiu na cidade de Parnaíba, próximo ao Porto das Barcas, uma capela para a santa vinda de Portugal. A padroeira foi levada para outro município em 1712, por causa dos ataques de índios Tremembés. A imagem foi guardada na Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, localizada na Praça Irmão Dantas, em Piracuruca (PI). Talvez por falta de força política e social, este patrimônio não voltou às suas origens históricas.’
Por Daniel Santos