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terça-feira, agosto 15, 2017

Secretaria de Segurança registra mais de 380 crimes violentos letais no Piauí

                        Foto: Lucas Dias/GP1Secretário Fábio Abreu
A Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) divulgou, nesta segunda-feira (14), as estatísticas criminais do estado. De acordo a pasta, foram registrados, de janeiro a julho de2017, 385 crimes violentos letais intencionais em Teresina e no interior. O relatório demonstrou uma queda no número de ocorrências, já que durante o mesmo período de 2016 foram contabilizados 408 casos.
Na capital, de acordo com as estatísticas, o mês de junho foi o período em que mais se registrou ocorrências desta natureza, 35 no total. Superando o mesmo período nos anos anteriores, já que em junho de 2016 foram 28 casos e 23 em 2015. A SSP aponta para uma redução de 22,85% deste tipo de crime no mês de julho, em que foram contabilizados 27 casos.
Já no interior do estado, o mês com maior volume de ocorrências em 2017 foi abril, com 39 casos. Em 2016, no mesmo período, foram contabilizados 28 casos. Em julho deste ano, foram registradas 22 ocorrências, mesmo número estabelecido pelas estatísticas em 2016.
O secretário de segurança, Fábio Abreu, avalia que a redução de ocorrências é resultado do trabalho das instituições da SSP. “No caso da Polícia Militar estamos intensificando as rondas nos bairros e a Polícia Civil vem realizando operações com o intuito de prender acusados de crimes. Para nós é uma grande conquista porque enquanto os outros estados brasileiros registram aumento de violência, o Piauí se destaca pela redução. Queremos reduzir ainda mais”, afirmou o secretário Fábio Abreu.
Os chamados "Crimes Violentos Letais Intencionais", ou CVLI, compreendem os crimes de homicídio doloso (inclui homicídio decorrente de oposição à intervenção policial), roubo seguido de morte (latrocínio), lesão corporal seguida de morte e estupro seguido de morte. Os dados fazem parte do levantamento feito pelo Núcleo de Estatística e Análise Criminal da SSP (Nuceac).
Os dados são coletados por meio do monitoramento de CVLI, um sistema multifonte, que agrega dados oriundos dos registros do Instituto Médico Legal, dos boletins de ocorrência e dos procedimentos policiais da Polícia Civil. “Diariamente os policiais do nosso setor fazem um acompanhamento dos indicadores de criminalidade com o objetivo de dar transparência à gestão e também formular estratégias de prevenção e repressão à violência”, diz o coordenador do Nuceac, delegado João Marcelo Brasileiro.
Fonte: GP1