sexta-feira, outubro 11, 2019

Apresentador critica abandono de escolas e compara Wellington e Rejane Dias ao ‘casal Garotinho’; VÍDEO

O apresentador Wellington Raulino fez duras críticas a deputada federal Rejane Dias (PT), ao comentar em seu programa, na TV Tropical a denúncia feita pelo Ministério Público do Piauí (MP-PI), contra a ex-secretária de Educação do estado, por improbidade administrativa, decorrentes de irregularidades no contrato nº 162/2014, firmado entre a Secretaria Estadual de Educação e a Mobile Web Tecnologia e Sistemas ltda. VEJA O VÍDEO:
Em seu comentário, o apresentador disse que a deputada seria a chefe de uma quadrilha instalada na Seduc e, que o dinheiro destinado a pasta não esta suprindo as necessidades das escolas geridas pelo estado, porque está sendo desviado. O jornalista ainda denunciou o abandono das Escolas Ulisses Marques e Normal Osvaldo da Costa e Silva, na cidade de Floriano, e Anísio Brito, em Piracuruca. (Assista o vídeo no final da matéria).
“Em quase todos os municípios do Piauí, as escolas estão sendo abandonadas. A alegação é que o dinheiro não dá para todo mundo. Realmente não tem como esse dinheiro render, porque a corrupção está enraizada nessa secretaria de Educação, que tem uma gangue montada lá dentro, para roubar o dinheiro, da secretaria que até hoje é comandada pela esposa do governador do Estado. É um pessoal que está rico as custas da miséria do povo, as custas do sofrimento e do sacrifício. Além de dinheiro, eles estão roubando a dignidade das crianças e jovens do Piauí. Porque para esses corruptos, o que interessa é um povo sem educação, para que eles possam continuar dominando e mandando nesse estado, nessa máquina que foi ajeitada e montada para que eles possam arrancar dinheiro para que eles possam viver com uma vida de luxo incompatível com seus rendimentos. E quem comanda essa quadrilha essa quadrilha é a esposa do governador do estado, que ele ajudou a eleger”.
Raulino ainda comparou o governador e a deputada do Piauí ao casal Rosinha e Anthony Garotinho, do Rio de janeiro, que são alvos de inúmeros processos por corrupção, além da participação em um esquema de superfaturamento de contratos.