sábado, agosto 08, 2020

Vereador e pré-candidato a Prefeito de Bom Princípio do Piauí, poderá ter mandato cassado por quebra de decoro

Uma grave denúncia foi encaminha a Câmara Municipal de Vereadores do município de Bom Princípio do Piauí. O acusado é o Vereador Genyclesson de Souza galeno, conhecido também por Clesson (PT). O denunciante trata-se do servidor público Fernando do Nascimento Moraes, que afirma que o parlamenta teria utilizado de cartões e documentos para realizar ações bancarias sem a sua autorização. 
A vítima encaminhou para que fosse analisado pela câmara de vereadores uma representação por quebra de decoro parlamentar contra o vereador Clesson (PT). O Vereador acusado é pré-candidato a prefeito pela cidade de Bom Princípio do Piauí. 
Segundo o servidor Fernando Moraes, seu cartão estava em posse do vereador Clesson Galeno até o mês de junho de 2020, sendo que este só devolveu o cartão após pedido da mãe da vítima, ressalta-se, que no mês de fevereiro de 2020, o vereador Clesson pediu o cartão e a senha da vítima alegando que precisava para receber um dinheiro na conta da vítima, dando como desculpa que a sua conta já possuía valor muito alto e não podia suportar o montante. 
Ao consultar a movimentação de sua conta bancaria, a vítima percebeu que foram feitos vários empréstimos e a emissão de talões de cheques, todos devolvidos ao banco por insuficiência de assinaturas. O funcionário público Fernando do Nascimento Moraes, trabalha como Gari no município, e afirma que não possuí e nem assinou qualquer talão de cheque e não reconhece as dívidas em seu nome, e denuncia ainda que não recebeu nenhum valor desses empréstimos, nem fez compras em seu cartão no ano de 2020. 
Segundo a vítima, o vereador Clesson Galeno foi o único a ter aceso ao seu cartão e senha no ano corrente e que todos os mencionados empréstimos foram feitos sem seu consentimento”. 
A câmara municipal de vereadores do município de Bom Princípio do Piauí, realizará uma sessão ordinária nesta segunda-feira (10) para analisar e julgar o caso. Destaca-se que, o parlamentar poderá ter a cassação de seu mandato, caso os parlamentares entendam que o vereador cometeu o tal crime, conforme estabelece o decreto – Lei Nº 201/1967, o Art. 55, II, § 1º e 2º da Constituição Federal combinado com as disposições de Regime Interno da Casa Legislativa. (Documentos aqui).




   Fonte: Blog Direto de Bom Principio
   Informações: Servidor Fernando Moraes