quarta-feira, novembro 03, 2021

Prefeito pede apoio da Força Estadual contra violência em Cajueiro da Praia

A Prefeitura da cidade de Cajueiro da Praia, localizada no litoral do Piauí, cobrou por mais segurança por parte do Governo do Estado, após o município registrar episódios de violência diante da disputa pelo tráfico de drogas na região. A última situação ocorreu na tarde de ontem (02), onde um homem foi assassinado com quase 15 tiros dentro de uma residência no bairro Vila Nova, gerando um cenário de medo e insegurança em toda a população.
Em comunicado enviado à imprensa, a gestão, através do prefeito Felipe Ribeiro (Republicanos), explicou que vem pedindo e cobrando apoio das autoridades competentes, tendo protocolado vários ofícios diretamente para o governador e para a Polícia Federal, mas até o momento, o apoio vem de forma bem tímida e sem efeitos concretos.
“Pela segunda semana consecutiva, os cajueirenses convivem com trocas de tiros e mortes. Vários ofícios já foram enviados para a Secretaria Estadual de Segurança, Comando da Polícia Militar e Gabinete do Governador, que destina de dois a três policiais em período de festa, apenas. A prefeitura enviou para a Câmara Municipal de Vereadores convênio com a Polícia Militar para aumentar o contingente de policiais”, diz trecho da nota.

De acordo com a prefeitura, a cidade somente dispõe de dois policias que se revessam nos plantões atendendo todo o município, mas com ponto fixo na comunidade de Barra Grande, o que seria insuficiente para atender a uma população com mais de 8 mil habitantes, além de outros milhares de turistas que visitam o município durante todo o ano e, principalmente, nos períodos de festas.
“As brigas entre as facções geram insegurança total para moradores e turistas. Em alguns casos, como o que ocorreu na última terça-feira, dia 02, uma residência foi invadida e um homem foi morto com 15 tiros, de acordo com o que foi divulgado. Outros integrantes de facções estão internados em hospital da região e/ou presos, além de vítimas inocentes, que foram pegas no fogo cruzado”.
Ascom PMCP